quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Eu vou partir pra longe desse júri caótico,
Eu vou partir para longe desse júri
Covardes, não me contam minha sentença
Espalham meus crimes nas ruas,
nos becos,
Vielas,
Esquinas,
Nos medos
Medo.
Nunca na minha cara,
Todos os crimes
Crimes que eu esqueci de cometer.
covardes juízes, de uma lei que não aprendi
Covarde advogada que me conta a sentença
Mas me proíbe de questionar o júri
Covarde mulher
Que ama o homem, mas não fica com ele
Porque ele é o vilão.
O vilão corajoso num mundo de covardes.
O antagonista do mundo.
Covarde mulher que vai chorar a vida
No colo do mocinho
Aquele rapaz sorridente
Que passa os anos
Fugindo do conflito.
Sem drama.
A vida me pesa
para fora deste cenário
De uma humanidade burra
De ensino superior
Que nunca pagará o meu salário.
Eu vou partir para longe desse júri
Covardes, não me contam minha sentença
Espalham meus crimes nas ruas,
nos becos,
Vielas,
Esquinas,
Nos medos
Medo.
Nunca na minha cara,
Todos os crimes
Crimes que eu esqueci de cometer.
covardes juízes, de uma lei que não aprendi
Covarde advogada que me conta a sentença
Mas me proíbe de questionar o júri
Covarde mulher
Que ama o homem, mas não fica com ele
Porque ele é o vilão.
O vilão corajoso num mundo de covardes.
O antagonista do mundo.
Covarde mulher que vai chorar a vida
No colo do mocinho
Aquele rapaz sorridente
Que passa os anos
Fugindo do conflito.
Sem drama.
A vida me pesa
para fora deste cenário
De uma humanidade burra
De ensino superior
Que nunca pagará o meu salário.
domingo, 25 de setembro de 2011
Queria pôr
A pequenina moça
No centro do colo
Acarinhar seus cabelos
E beijar a boca de açaí
Boca de açaí com pinta
Mas fui eu quem
Pôr-do-sol no ventre
De tal pequena paisagem
Fui eu quem
Se pôs a morrer
Nas lacunas do confuso
mar-vermelho-sangue
Que inundam o quadro-ela
E chocado em uma pedra
Despertei admirado
Por um novo amor
Que divide com aquela
A mesma cidade
De barcas e índios
E o mesmo signo
De águas e barbatanas.
Mas que é tão copletamente outra
Que me sorriu
Um amor sem nome de.
E que é a única
Peça-de-roupa
Que eu visto em meu exílio.
A pequenina moça
No centro do colo
Acarinhar seus cabelos
E beijar a boca de açaí
Boca de açaí com pinta
Mas fui eu quem
Pôr-do-sol no ventre
De tal pequena paisagem
Fui eu quem
Se pôs a morrer
Nas lacunas do confuso
mar-vermelho-sangue
Que inundam o quadro-ela
E chocado em uma pedra
Despertei admirado
Por um novo amor
Que divide com aquela
A mesma cidade
De barcas e índios
E o mesmo signo
De águas e barbatanas.
Mas que é tão copletamente outra
Que me sorriu
Um amor sem nome de.
E que é a única
Peça-de-roupa
Que eu visto em meu exílio.
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